Como determinar o valor a investir em site mesmo que você não entenda do assunto

Como determinar o valor a investir em site mesmo que você não entenda do assunto

A frase "Você obtém o que você paga" é muito ouvida naquelas situações em que acabamos nos decepcionando com a qualidade de um produto ou serviço pelo qual pagamos pouco, não é mesmo? Mas isso não quer dizer que somos obrigados a investir muito para ter qualidade. Um perfeito equilíbrio pode ser encontrado. Vejamos:

Como determinar o valor a investir em site mesmo que você não entenda do assunto

Primeiramente, precisamos lembrar que o site é uma das ferramentas que fazem parte do marketing da empresa. E em se tratando de valores a investir em marketing, pode-se fazer uma divisão em dois grupos: marketing comercial e marketing institucional.

O marketing comercial trata de ações para promover aumento de vendas dos produtos e/ou serviços, enquanto que o marketing institucional engloba pontos como logotipo, materiais gráficos, etc.

Determinar a verba a ser investida em marketing comercial é um pouco mais fácil. Normalmente destina-se um percentual do faturamento: 3% a 5% são números bem recorrentes, mas empresas que dependem das ações comercias para vender podem até passar dos 10%.

Já para o marketing institucional, em vez de um percentual do faturamento, costuma-se destinar um valor mensal que cobre o que foi previamente planejado.

O site, hoje em dia, pode ser considerado uma ferramenta que faz parte das duas formas de marketing, pois além da sua função institucional, ele pode ser utilizado para gerar mais negócios.

Então, como fica o valor a investir no site, nesta história?

É natural que empresas que estão recém iniciando, por conta dos custos atrelados às taxas de abertura do negócio, investimentos em estrutura, etc., acabem buscando opções até mesmo gratuitas para criação de logotipo, site e outros itens que fazem parte do marketing.

Entretanto, especialmente em se tratando de sites, quando investimos mal, algumas destas situações acabam ocorrendo:

- O site acaba custando mais que o esperado, e itens importantes acabam ficando de fora para reduzir o custo.
- Funcionalidades que não chegaram a ser deixadas de lado mas que deveriam trazer um melhor resultado acabam não funcionando direito;
- O design acaba não transmitindo o profissionalismo da empresa, podendo até mesmo passar uma má impressão;
- A segurança ou a própria disponibilidade do site fica comprometida.

Evite os problemas acima fazendo isso:

1º Passo - Defina as especificações do site
Coisas importantes a considerar: o fornecedor poderá utilizar template ou alguma plataforma de criação de sites, ou você quer algo realmente exclusivo? Quantos(as) e quais menus/páginas o site vai ter? E quanto às funcionalidades: o site deve ser institucional, e-commerce, com alguma integração?

2º Passo - Obter propostas
Como você deve buscar fornecedores de confiança, lembre-se que ajuda bastante informar (com base no seu planejamento), quanto pode ser investido no site. E informando ou esta estimativa, lembre-se que ajustes podem (e até devem) ocorrer no orçamento com base em coisas que o fornecedor pode vir a recomendar. Aliás, você pode até ter a surpresa de ouvir do fornecedor que alguma coisa que você especificou para o site nem é recomendada, e acaba se tornando um custo a menos na proposta.

3º Passo - Alinhar custos e expectativas
É bem comum que aconteça de você descobrir que, com todas as opções desejadas, o site acaba custando mais que o esperado. E outra situação bem frequente é você encontrar uma grande diferença ao comparar o valor das propostas de diferentes fornecedores. Neste ponto, convém retomar as considerações do primeiro passo, acima. Não se iluda: grandes diferenças de valor normalmente decorrem de diferença na qualidade e do resultado.

Planeje bem para não acabar arcando com um site caro e que pode se tornar perda de tempo e de dinheiro. E quando for investir, priorize o que é realmente importante para não precisar gastar mais que o necessário. Siga as dicas acima e obtenha a melhor relação entre performance e custo.

Postado por Eduardo Lara
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